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benjamin clementine @ vodafone mexefest: i’ll be there for you | eu vou


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It’s that time of the year again. And certainly, when I decide to put 2015 in perspective (I’m just not ready yet, I suppose) Benjamin Clementine will figure as my new best artist — his debut album, At Leat For Now, released in January, is so powerful and magnetic that it will perdure, I’m sure, in time.

I became particularly meticulous about concerts — I don’t go very often to be honest. And usually I don’t regret it. But I’ll be there for Clementine Benjamin in the first hours of November 28 at Coliseu dos Recreios.

Vodafone Mexefest is the reason why the British singer/songwriter is coming to Lisbon. This festival has several attractions, but among the shows that will be held, on November 27 and 28, in different venues along Avenida da Liberdade — the main boulevard in central Lisbon, connecting Restauradores and Marquis of Pombal squares — I dare to say that Clementine’s performance is one of the most anticipated. At least for me.

What am I expecting? A one-man show for piano and voice, traveling from soul to classical, from opera and cabaret to street folk. Sometimes a little bit jazzy. Always theatrical in the extreme – melodramatic, but in a positive way if i make myself clear. And I hope to be part of an audience snatched up by his powerful voice and presence — despite his withdrawn personality on stage. Nothing less than.

A unique ticket for the two days of Vodafone Mexefest costs 50 euros per person (more information on www.vodafonemexefest.com and you can download their app for Android and iOS)


Chegámos, uma vez mais, àquela altura do ano em que se começam a fazer os primeiros balanços. Não estou preparado para o fazer já, mas quando chegar a hora estou certo que, entre aquilo que mais me marcou em 2015, vou eleger Benjamin Clementine como o meu artista-revelação — o álbum de estreia, “At Least For Now”, lançado logo em janeiro, acompanhou-me ao longo dos últimos meses e deve continuar a fazê-lo nos próximos tempos.

Sou cada vez menos um homem de concertos. São raros os que me conseguem arrancar agora das minhas outras rotinas, por isso tento escolher muito bem as exceções que abro. Para não me arrepender depois. O concerto de Clementine, marcado para a madrugada do dia 28 de novembro, no Coliseu dos Recreios, será uma delas.

Devo ao Vodafone Mexefest a oportunidade de o ver ao vivo e a cores. O cartaz, mais do que fechado, promete outros nomes interessantes da cena musical e interações com o público, mas de todos os espetáculos agendados para as diferentes salas que se distribuem ao longo da Avenida da Liberdade — essa é uma das graças deste festival, a de nos permitir transitar entre salas emblemáticas da capital como são o Cinema São Jorge ou o Teatro Tivoli para assistir aos shows — nos dias 27 e 28 de novembro, arriscar-me-ia a dizer que a atuação do cantor e compositor britânico, filho de pais ganeses e a morar atualmente em França, é das mais aguardadas, Por mim, pelo menos.

O que espero? Um homem sozinho em palco, acompanhado por um piano e pouco mais, com um registo melódico que vai do soul ao clássico, da ópera ao cabaret e ao street folk. Um pouco jazzy também. Teatral, imponente, melodramático, ainda que esquivo. Quase distante, por vezes, o que aumenta o magnetismo. Espero fazer parte de uma audiência arrebatada pela sua voz imensa. Nada menos do que isso.

O Vodafone Mexefest colocou à venda um bilhete único para os dois dias do festival ao preço de 50 euros por pessoa (os locais de venda e toda a programação podem ser consultados no site www.vodafonemexefest.com; foi igualmente criada uma app para Android e iOS para facilitar os acessos).

 

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